VIVÊNCIAS

"Te iluminando, eu me ilumino"

Aqui, você conhece a história que deu vida a esse lema e que segue se expandindo até hoje.

Meu despertar para encontros, vivências e grupos começou em 2021, em pleno inverno sueco, quando a pandemia trouxe à tona a necessidade de conexão, acolhimento e novos recomeços.

Surgiu um desejo profundo de conversar, ouvir histórias e criar espaços seguros para que mulheres pudessem simplesmente existir juntas, mesmo que online em um primeiro momento.

Acabei fazendo um post tímido convidando outras mulheres para um café online. Em poucas horas, dezenas de respostas chegaram. O que parecia pequeno se transformou em uma rede viva de trocas. Aqueles encontros traziam alegria, cura, força e pertencimento para todas nós.

Pouco tempo depois, esse movimento orgânico se tornou a Família Feminina, uma comunidade criada para inspirar e sustentar mulheres em seus processos pessoais e profissionais. Durante dois anos, vivemos um ciclo intenso de autoconhecimento, acolhimento, expansão e transformação. 

Hoje, essa energia continua viva, mas se manifesta de uma nova forma. O propósito permanece o mesmo, porém agora segue com o nome “Te iluminando, eu me ilumino”, uma egrégora que continua crescendo com encontros, trocas e vivências que acompanham o meu próprio momento presente.

As vivências por agora seguem acontecendo em Nova Iorque, Nova Jersey e outras regiões, sempre com o mesmo propósito: criar espaços de cura, pertencimento e expansão, onde cada mulher possa se reconhecer, se fortalecer e caminhar em luz compartilhada.

Essa foto foi um dos rituais noturnos na Suécia, cercadas por árvores enormes e uma energia ancestral poderosa, acendemos velas em círculo. Cada mulher iluminava a própria vela e, em seguida, passava a luz para a próxima.

Naquele momento, compreendi, com profundidade, o verdadeiro significado do meu lema. Foi ali que “Te iluminando, eu me ilumino” se tornou mais do que uma frase.

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